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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Critérios de Avaliação

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO


                                                                       1º CICLO

I – Avaliação das aprendizagens



         Em conformidade com o Decreto-Lei 6/2001 de 18 de Janeiro alterado pelo Decreto-lei nº209/2002 de 17 de Outubro e o Despacho Normativo 5/2005 de 5 de Janeiro, o currículo e a avaliação são componentes integradas de um mesmo sistema, pretendendo-se que a avaliação seja um elemento integrante e regulador da prática educativa e visa:
o    apoiar o processo educativo
o    promover o sucesso de todos os alunos
o    reajustar os Projecto Curricular de Escola e Projecto Curricular de Turma
o    certificar competências no final de cada ano e de cada ciclo.
         Sabendo que a escolaridade é obrigatória e é um bem a que todos têm direito, a avaliação no Ensino Básico deve ser flexível, essencialmente formadora, formativa, não selectiva, transparente e eficaz.
É importante sublinhar que, na avaliação das aprendizagens dos alunos, intervêm:
o          o professor titular de turma
o          os professores que integram o Departamento do 1º Ciclo
o          os alunos através da auto-avaliação
o          os encarregados de educação nos termos definidos na lei e no Regulamento Interno do Agrupamento
o          os técnicos dos Serviços especializados de Apoio educativo.

1-Objecto da avaliação

         Avaliar não se restringe à dimensão cognitiva das áreas disciplinares, integrando conhecimentos, capacidades, comportamentos e atitudes, constituindo ainda objecto de avaliação as áreas curriculares não disciplinares.
         Todos os aspectos da aprendizagem dos alunos devem ser avaliados de uma forma integrada e equilibrada, mobilizando conhecimentos, capacidades, atitudes e procedimentos, a fim de se tornarem competências.
         Avaliar uma competência é ter em conta, não somente, os diversos saberes e o saber-fazer, mas também, os traços da sensibilidade e da afectividade, da criatividade e da opinião pessoal do aluno.
         Avaliar exige rigor e transparência pois, só assim, as informações transmitidas pela escola poderão ser socialmente aceites.

2- Critérios de avaliação


COMPETÊNCIAS / CAPACIDADES
Conhecimentos
Atitudes/Valores
Destrezas
70%
15%
15%
*Cumprimento e aquisição das competências definidas por ano de escolaridade nas áreas curriculares disciplinares e nas áreas curriculares não disciplinares
*Valorização da evolução do aluno ao longo do ano
*Resultados obtidos na avaliação Formativa e Sumativa
*Auto-avaliação
* Interesse
* Empenho nas actividades
* Participação na aula

* Cumprimento de regras
* Assiduidade
* Pontualidade

* Observação
* Concentração no trabalho
* Recolha, selecção, organização e apresentação dos trabalhos
* Autonomia
* Espírito crítico










OBS: No processo de avaliação, deve ter-se em conta que, o que se avalia, deve estar de acordo com as estratégias e metodologias contempladas no Projecto Curricular de Turma.


3 – Modalidades de avaliação

Avaliar as aprendizagens é um processo complexo, que exige um esforço de todos os agentes educativos.
Avaliar implica compreender e determinar o valor e a qualidade dos processos formativos, a partir da recolha, análise e interpretação de dados relevantes.
O critério, em avaliação, é um princípio utilizado para julgar, apreciar e comparar.
Para se avalia, com rigor e objectividade, é necessário estabelecerem-se formas justas que nos permitam observar, directa ou indirectamente, o que o aluno faz em diferentes momentos e em diversos contextos, e registando-as de forma contínua e sistemática.
No Ensino Básico, são utilizadas diferentes modalidades de avaliação, privilegiando-se a avaliação formativa.

 

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA – Realiza-se no início de cada ano de escolaridade, tendo como finalidade conhecer o “ponto de partida” do aluno, as suas competências, dificuldades, interesses e motivações, com vista à elaboração e adequação do Projecto Curricular de Turma e, consequentemente, a aplicação de estratégias de diferenciação pedagógica. Este tipo de avaliação também pode ser utilizado, em qualquer altura do ano, sempre que se pretenda identificar os conhecimentos que os alunos possuem, ou as competências já desenvolvidas necessárias à aquisição dos conteúdos curriculares.


AVALIAÇÃO FORMATIVA – Assume um carácter contínuo e sistemático visando a regulação do ensino e das aprendizagens, fornecendo ao professor, ao aluno, ao encarregado de educação e aos restantes intervenientes no processo, informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens e competências adquiridas, bem como as capacidades e atitudes, de modo a evidenciar sempre os aspectos em que as aprendizagens dos alunos precisem de ser melhoradas, apontando modos de superar as dificuldades ou enriquecer o seu conhecimento.

AVALIAÇÃO SUMATIVA – Esta avaliação tem lugar em momentos específicos. No final do período, do ano lectivo, ou de um ciclo. Consiste numa síntese das informações recolhidas sobre o desenvolvimento das aprendizagens e competências definidas para cada área curricular, no quadro do projecto curricular respectivo, traduzindo-se na formulação de um juízo globalizante sobre a situação educativa. O resultado desta avaliação traduz a situação do aluno relativamente às metas definidas.

AUTO-AVALIAÇÃO – Faz-se, pelo menos, uma vez por período em todas as áreas curriculares, no 3.º e 4.º ano, sendo registada pelo aluno num documento. O professor titular de turma é responsável pela recolha da ficha de auto-avaliação (aprovada em Conselho Pedagógico), para constar no Dossier Individual do Aluno. A auto-avaliação ajuda o aluno a posicionar-se face ao conhecimento e é potenciadora da auto-responsabilização.
4 – Instrumentos de avaliação

Para objectivar a avaliação durante o processo de ensino-aprendizagem, o professor recolhe elementos através de técnicas e instrumentos específicos, construídos em colaboração com os diferentes parceiros educativos, tais como:

- Observação estruturada/directa
§  Grelhas de observação
§  Registo de incidentes críticos
§  Cadernos diários
§  Resultados obtidos nas fichas de avaliação de conhecimentos

- Realização de actividades propostas
§  Trabalhos de casa
§  Trabalhos de grupo/individuais
§  Trabalhos de pesquisa

- Fichas de auto-avaliação
- Intervenções orais
- Intervenções escritas: fichas formativas
                                       fichas individuais de verificação de conhecimentos
Nota: A recolha da informação deve ter em conta não só as aprendizagens e os resultados obtidos, mas também o empenhamento do aluno.

5 – Incidência da avaliação
A AVALIAÇÃO incide sobre as aprendizagens e competências definidas no currículo nacional para as diversas áreas e disciplina, do1º ciclo, considerando a concretização das mesmas no Projecto Curricular de Escola e no Projecto Curricular de Turma, por ano de escolaridade.
Após definição dos princípios orientadores da avaliação, importa traduzir a informação resultante da avaliação sumativa numa classificação, que se expressa numa avaliação descritiva em todas as áreas curriculares,  podendo ser acompanhada de uma apreciação global, sobre a evolução do aluno, sempre que se considere relevante. A avaliação no 1º ciclo é da responsabilidade do professor titular de turma, em articulação com o respectivo departamento.


6 – Escala de classificação adoptada nas fichas/testes e outros trabalhos dos alunos:

§  0%  - 49%        NÃO SATISFAZ                 

§  50%  -  69%      SATISFAZ                        

§  70%  -  89%      SATISFAZ  BASTANTE        
§  90%  -  100%    EXCELENTE 


                   

Nota 1. Nos trabalhos dos alunos, o professor só pode colocar a menção qualitativa.

 Nota2. Se o professor, assim o entender, pode acrescentar mais alguma informação que reflicta quer a evolução do aluno quer os conhecimentos adquiridos, ou indicar algumas actividades de remediação/ enriquecimento.



II – CRITÉRIOS DE TRANSIÇÃO PARA OS ANOS NÃO TERMINAIS DE CICLO

De acordo com a legislação em vigor, e tendo em atenção as prioridades estabelecidas no Projecto Educativo, no Projecto Curricular de Escola e no Projecto Curricular de Turma são adoptados os seguintes critérios:
                 
o          No 1º ano não há lugar a retenção.
o          Progridem de ano todos os alunos do 2.º e 3.º ano que tenham níveis de desempenho global satisfatório, em todas as áreas curriculares.

o           Para os alunos que apresentem níveis de desempenho não satisfatório, deverá ser sempre ponderada, pelo professor de turma, a sua progressão ou retenção que analisará os seguintes aspectos:

a)      Domínio da Língua Portuguesa e Matemática, de acordo com as competências definidas
para cada ano de escolaridade;
b) Comportamento, assiduidade, atitudes, relacionamento com os outros, sentido de responsabilidade, capacidade de organização e autonomia;
            c) Aplicação da lógica de ciclo (distanciamento entre as competências desenvolvidas
                   e as definidas para o final de ciclo);
d)     Retenções (percurso escolar/idade);
e)      Condições sociais e culturais;
f)       Necessidades Educativas Especiais (Decreto-Lei 3/2008).

Após ponderados todos estes aspectos:
1. O Departamento do 1º Ciclo, em reunião de conselho de docentes é soberano em considerar se as competências demonstradas pelos alunos, permitem ou não o desenvolvimento das competências essenciais definidas para o final do respectivo ciclo e decidir-se pela progressão ou retenção, justificando as razões de tal decisão.
Terminologia a utilizar nos anos não terminais de ciclo: Transita/Não transita.
II – CRITÉRIOS DE TRANSIÇÃO PARA ANO TERMINAL DE CICLO
(4.º ano)

o          Progridem de ano, todos os alunos que tenham níveis de desempenho global satisfatório em todas as áreas curriculares.

o          Nas situações em que os alunos não atinjam níveis de desempenho satisfatório, deverá ser sempre ponderada pelo professor da turma, a sua progressão ou retenção, tendo em conta os seguintes aspectos:

a)      Domínio da Língua Portuguesa e Matemática, de acordo com as competências definidas para o 1º ciclo
b)      Comportamento, assiduidade, atitudes, relacionamento com os outros, sentido de responsabilidade, capacidade de organização e autonomia;             
c)        Retenções (percurso escolar/idade);
d)     Condições sociais e culturais;
e)      Necessidades Educativas Especiais (Decreto-Lei 3/2008).

           Após ponderados todos estes aspectos:
1. O Departamento do 1º Ciclo, em reunião de conselho de docentes pode decidir-se pela progressão ou retenção, justificando as razões de tal decisão.

          Terminologia a utilizar no 4º ano (Final do 1º ciclo): Aprovado/Não aprovado.

domingo, 13 de setembro de 2009

Reunião de Pais de 10-09-2009, pelas 18h30m

Os temas a tratar foram:





- Lista de contactos
Foi posta a circular uma lista de contactos de todos os encarregados de educação presentes, ou seus representantes, de modo a facilitar o contacto entre toda a comunidade, ainda que em especial entre o professor e os mesmos.



- Calendário Escolar, com notação sobre horário do 1º dia lectivo.
No 1º dia de aulas as actividades do 1º ano de escolaridade terão início pelas 9 horas e terminarão às 12.



- Circulação na escola 
Para evitar excesso de movimento no átrio, na 1ª semana os pais dos alunos do 1º ano podem entrar na escola e levá-los à porta da sala; 
Depois disso, deverão deixá-los à entrada da escola ou da rua, rua essa muito curta e de acesso quase exclusivo à nossa escola, o que também favorece o desenvolvimento da autonomia das crianças; e
Pede-se também atenção ao estacionamento destinado aos professores, cujo número é extremamente reduzido e cuja utilização do espaço complica o estacionamento propriamente dito e pode atrasar o acesso dos professores às salas de aula.



- Horário de atendimento aos pais
3ª feira, das 16h30m às 17h00m.



- Plano de Contingência da Gripe A
Solicitou-se o escrupuloso cumprimento das seguintes instruções: 
Trazer sempre lenços de papel;
Ficar em casa aos mínimos sintomas de gripe (tosse, febre, dores musculares…) em quarentena (isolamento) de 2 dias;
Caso o aluno apareça na escola com sintomas é retirado do grupo por uma auxiliar e levado para uma sala de isolamento, sendo-lhe colocada uma máscara, assim como à funcionária. Nessa altura telefona-se à Linha Saúde 24 e avisam-se os pais;
As crianças não podem trazer brinquedos para a escola nem emprestar material uns aos outros.Todos os projectos com saídas da escola encontram-se suspensos até instruções em contrário;
Consulta ao Site do Agrupamento e do Ministério da Saúde para mais informação; e
Consulta de prospecto informativo com resumo sobre o assunto realizado e distribuído pelo Departamento de Saúde Escolar do Agrupamento.



- Assiduidade e pontualidade: o professor avisa previamente no caso de faltar sendo substituído se houver antecedência no pedido. O aluno deve justificar todas as faltas e ser pontual, o que significa, na prática, chegar um pouco antes da hora.



- Horários das Actividades Extra-Curriculares:
Além dos horários propriamente ditos foram também trocadas impressões sobre as vantagens da presença dos alunos nestas aulas. O Apoio ao Estudo só terá início na 2ª semana de aulas.



- Lanche 
Atendendo, inclusive, ao facto de o Agrupamento estar a desenvolver um Projecto de Educação para a Saúde que inclui entre as suas componentes uma rubrica de Alimentação Saudável solicitou-se especial cuidado com os lanches, sugerindo que os mesmos sejam preferencial mas não obrigatoriamente compostos por  pão, fruta ou iogurte. Na escola existe leite simples e chocolatado.
Recomenda-se, portanto, que se evitem os bolos e os sumos.



- Realização e acompanhamento de trabalhos: 
Os alunos irão realizar em cada trimestre 2 fichas formativas e 1 sumativa;
A correcção será feita de forma colectiva ou individual. Quando feita pelos alunos, sê-lo-á a verde;
Os chamados TPCs serão realizados em cadernos, livros ou fotocópias, sendo possível que, por vezes, se solicite a consulta de sítios da internet ou o uso das tecnologias de comunicação e informação; 
A utilização dos recursos chamados Web 2.0, tais como o recurso aos blogues e à rede wiki, será efectuada logo que e sempre que possível e entendida como favorável, no âmbito do Projecto Curricular de Turma; e
Solicita-se acompanhamento e incentivo, mas não a realização dos trabalhos pelas crianças. É importante desenvolver a sua autonomia e a criação de hábitos.



- Regras e civismo:
Cuidados a ter com o material escolar e a sua eventual falta, o que só pode acontecer mediante acompanhamento do aluno mas também da sua mochila;
Regras de entrada e saída da sala de aula, onde se incluem as idas ao quarto de banho; e
Atenção à postura.



- PNL 
O Ministério da Educação oferece um livro que destinado a ser lido pelos pais aos alunos, como forma de incentivo primeira à aprendizagem da leitura.



Nesta reunião foram distribuídos os seguintes impressos:
- Lista de presenças;
- Lista de contactos;
- Calendário Escolar;
- Folheto-resumo sobre a Gripe A;
- Ficha de caracterização sócio-económica.



Observação final:
Foi referido aos encarregados de educação presentes que estão a ser ultimadas:
- um documento contendo uma lista dos conteúdos de aprendizagem próprios para o ano de escolaridade que os seus filhos frequentam, neste caso o 1º, e que se pretende que sejam capazes de aprender ao longo do ano lectivo 2009-2010; e
- um documento contendo os critérios de avaliação do Agrupamento.